11/12/2009

Crônicas do meu e talvez... do seu Ano Novo


Campo de São Bento, Niterói - Rio de Janeiro


2010, ano do Tigre (horóscopo chinês). Explosão da criatividade para aqueles que já sentem a angústia de algo preso na garganta. Música e Literatura mostrarão algo novo e revolucionário. Eu, na minha já constante mudança e angústia traçando e rascunhando a Vida - não a da moda, mas a da Roda (do Eu) - já sinto-me respingando sangue novo e abrindo os pulmões so-no-ra-men-te! Somente porque quero isto e me permito, antes de tudo, parir a mim mesma. Eu Sou, Simplesmente.

By Tânia L. B. Barros

Frase do Dia: "Amo a Vida e a mim mesma a cada grande escalada que percorro expandindo meu ser, sendo digna de ser chamada centelha de Deus, na prática,  não somente no discurso." By Tânia L. B. Barros.


05/07/2009

Reportagem (professor e salário no Brasil)

Sábado, 15 de Novembro de 2008

O professor brasileiro de primário é um dos que mais sofre com os baixos salários, mostra pesquisa feita em 40 países pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) divulgada ontem, em Genebra, na Suíça. A situação dos brasileiros só não é pior do que a dos professores do Peru e da Indonésia.Um brasileiro em início de carreira, segundo a pesquisa, recebe em média menos de US$ 5 mil por ano para dar aulas. Isso porque o valor foi calculado incluindo os professores da rede privada de ensino, que ganham bem mais do que os professores das escolas públicas. Além disso, o valor foi estipulado antes da recente desvalorização do real diante do dólar. Hoje, esse resultado seria ainda pior, pelo menos em relação à moeda americana.Na Alemanha, um professor com a mesma experiência de um brasileiro, ganha, em média, US$ 30 mil por ano, mais de seis vezes a renda no Brasil. No topo da carreira e após mais de 15 anos de ensino, um professor brasileiro pode chegar a ganhar US$ 10 mil por ano. Em Portugal, o salário anual chega a US$ 50 mil, equivalente aos salários pagos aos suíços. Na Coréia, os professores primários ganham seis vezes o que ganha um brasileiro.Com os baixos salários oferecidos no Brasil, poucos jovens acabam seguindo a carreira. Outro problema é que professores com alto nível de educação acabam deixando a profissão em busca de melhores salários.O estudo mostra que, no País, apenas 21,6% dos professores primários têm diploma universitário, contra 94% no Chile. Nas Filipinas, todos os professores são obrigados a passar por uma universidade antes de dar aulas.A OIT e a Unesco dizem que o Brasil é um dos países com o maior número de alunos por classe, o que prejudica o ensino. Segundo o estudo, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil, enquanto na Dinamarca, por exemplo, a relação é de um para dez.Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o salário médio do docente do ensino fundamental em início de carreira no Brasil é o terceiro mais baixo do mundo, no universo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624, no Peru US$ 4.752 e no Brasil, US$ 4.818, o equivalente a R$ 11 mil. A Argentina, por sua vez, paga US$ 9.857 por ano aos professores, cerca de R$ 22 mil, exatamente o dobro. Por que há tanta diferença?Fonte: Jornal do Commercio - Rio de JaneiroUniversia Brasil

20/05/2009

Na Suíça

Vista de Serpiano - Ticino



04/04/2009

NOTURNO




NOTURNO
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Quase tudo silente
na solidão a dois
de nosso quarto.
Na grande escuridão,
semi-palpável,
como se fosse um líquido escuro,
flutuavam tic-tacs do relógio.
Ouvi seu respirar,
leve, compassado...
Eram os únicos ruídos do ambiente:
o tempo e o sonho,
desenhados
no quadro-nedro da noite,
com pinceladas de som.

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By Josélio da Ascenção M. de Barros
(Direitos reservados)

23/03/2009

Comentários sobre " leitura" sob a luz de Vicent Jouve

A fruição do imaginário

A consciência liberada

Quais são as sensações que a leitura suscita em nós? Jouve diz que a relação com o texto permite, primeiramente, uma experiência particular que Jauss chama de “fruição estética” na qual “o sujeito é liberado pelo imaginário de tudo aquilo que torna a realidade de sua vida cotidiana constrangedora”. Essa fruição estética nos faz entrar em contato com uma consciência “imaginante”, termo usado por Sartre, que leva a uma sensação de liberdade e de criatividade. Para que isso ocorra, esta consciência imaginante se dá em dois tempos: aniquilação e criação.

Aniquilação: o sujeito se afasta do mundo ao redor.

Criação: abertura para um mundo novo a partir dos signos do objeto contemplado.

Ou seja, a leitura é, ao mesmo tempo, experiência de libertação e de preenchimento. Afasta-se da realidade cotidiana, de modo que a consciência imaginante tenha abertura para entrar em atividade a partir dos signos do texto.

Enquanto fruição estética a leitura é, segundo Jauss, “tanto libertação de alguma coisa quanto libertação para alguma coisa”. A experiência estética desprende o leitor das dificuldades e imposições da vida real ao mesmo tempo que renova sua percepção do mundo pelo universo do texto. Exemplo disso seria o interesse que surge no leitor pelo destino das personagens de um conto ou romance, ao confrontá-lo com situações inéditas. Nesta atividade o leitor tem seu próprio olhar modificado, alterado.

Thomas Pavel fala da existência de um eu “artístico”, representante do sujeito no universo do texto. O lingüista diz que quando “visitamos as regiões fictícias, moramos nelas por um tempo, nos misturamos às personagens. O destino delas nos emociona...”.

A vertigem
Segundo Jouve, uma das experiências mais emocionantes da leitura consiste em proferir mentalmente idéias que não são nossas. Tal experiência adquire uma intensidade particular nas narrativas em primeira pessoa. A voz do narrador em primeira pessoa se confunde, por um tempo, com a nossa. Jorge Poulet descreveu esse processo como “uma fenomenologia da leitura”.

Ocorre uma interiorização do outro. Por momentos somos quem não somos, isto desestabiliza o leitor. Há uma assimilação do outro. Para B. Abraham, “Ler é desterritorializar: deixar passar pelo corpo os fluxos, as tendências inconscientes, as palavras de ordem que caracterizam o livro como ordenação”.
(continua)
Estudo (2008)do capítulo O Vivido da Leitura, de Vincent Jouve. By Tânia Barros
Bibliografia: Jouve, Vincent. A Leitura. Editora UNESP, São Paulo, 2002.

22/02/2009

Axé, carnaval

É carnaval no mundo todo, mas quem sabe da minha folia sou eu e mais alguns seres encantados da mais pura luz das estrelas! Minha mais autêntica folia está aqui no meu coração
e é pura sinfonia de Amor!


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No entanto, como a Escola de samba da minha cidade natal (Niterói -RJ) é a Viradouro, que amanhã desfila no Sambódromo (23), rendo aqui no blog uma homenagem deixando abaixo o samba enredo deste ano repleto de africanidade e bons fluídos! Apreciem e sambem! Com muita paz, claro!
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"Vira Bahia, Pura Energia!"

Quando Orum se encontra com ayê
Oh! Mãe pátria! Salve a sabedoria
Eu quero caminhar com a natureza
Me ensina a desvendar toda essa riqueza
Recebo do seu chão a energia
E bate bem forte o tambor
Nas ruas de São Salvador
Conduz os meus passos, Senhor do Bonfim
Olorum mandou cuidar do seu jardim
E disse mais vai buscar na mata
No biocumbustível a nossa proteção
Filha do sertão no tabuleiro
Dendê, meu dengo, óleo de cheiro
Um dia Oxalá iluminou
Tocou no coração da nossa gente (bis)
O acordo do bem se faz oração
O mar não pode invadir o meu sertão
Sopra um vento dos canaviais
Brota a doce esperança de paz
Na força do trabalho dessa gente
Do bagaço nasce um tesouro
O lixo se veste de luxo, reluz em ouro
A água deixa o céu e se abraça com o chão
Renova a energia sob as bençãos de um trovão
Vermelho e branco que paixão
A Viradouro pede axé
Caô, Xangô, Iansã, Yalodé (bis)
Vira-Bahia, pura energia
Explode num canto de fé
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20/02/2009

Crônica: Ecologia Interior




Ecologia interior

(Tânia Barros)


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Sou uma ecologista. Mas hoje escreverei sobre outro tipo de ecologia: acho que merecemos, cada um de nós, fazer nossa ecologia interior. Todos os dias buscar nosso habitat natural, e para isso temos que providenciar uma limpeza abissal, até o mais fundo que alcancemos de nós mesmos. Começar retirando os agrotóxicos sempre que possível do corpo, e indo além do possível, na alma.

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Ouço meu ser dizendo, uma voz pequenina, mas que ainda soa: inicie com os tóxicos elementos de mágoa amontoados pelo tempo em regiões internas e até externas. Sim, mágoas e ressentimentos podem provocar nódulos, miomas, e os tais miasmas espirituais. São um tipo de aluvião, aquelas terras carregadas pelos rios, correntezas, que vão se depositando nas margens. Não, são bem piores. E no contexto da mente coletiva pode nos trazer Tsunamis terríveis.

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Claro que vida é sinônimo de mudança, mas há que se esforçar para que as mudanças sejam benéficas. Há que se adaptar, como bom membro da espécie, e sobreviver. Mas que sobrevivência aqui não se confunda com acomodação e medos exagerados.

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Minha ecologia interna também responde pelo ser aeróbico que sou. Preciso de ar, de oxigênio, devo destrancar janelas e portas que tenho, arejar meu habitat, com o melhor oxigênio que os bons ventos/pensamentos me trarão.

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Claro, devo conhecer cada vez mais minha anatomia interna e externa. Tocar e amar meu corpo, aceitar minhas emoções, conhecer minhas motivações. Aí sim poderei planejar e fazer um aterro para construir meus sonhos, e uma barragem biocida contra a negatividade e a inveja que gostam de fazer plantão em todo vôo que vai longe.

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Toda minha biosfera integrada,e minha camada de ozônio recuperada contra os raios "ultra-baioneta" que por ventura me apontem, vindo de falsas estrelas. Meu clima será recuperado de acordo com este meu novo ânimo/anima. E a chuva ácida de tristezas inúteis jamais corroerá minha terra da face, pois a chuva que vier será singela emoção de vida e amor!

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Diante deste meu conservacionismo preservativo de condições favoráveis de existência, estarei repleta de combustível natural para exercer plenamente meu direito de Ser. E meu ecossistema recuperado da decomposição suicida a que nos acostumamos nos últimos decênios de stress, competição, correria descabida, erosão humana e social, estará mais fortalecido contra os impactos ambientais. Serei multiflora, e se preciso for, tirarei do lixão que fiz o adubo, pois que há também o reciclável na existência de cada um. Contudo, nada mais de maré vermelha, pois navegam em meu oceano muitos seres amigos e diversos entre si, que não os perderei por negligência interna.

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(PUBLICADO NO SITE VENENO DA SERPENTE EM 24-08-2006 - ESCRITO EM 15/02/2005). 371 visitas desde 24/08/2006

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12/02/2009

Dica de livro


LITERATURA

Órfãos do Eldorado, de Milton Hatoum, editora Companhia das Letras.

09/02/2009

Reforma ortográfica e leitura

Tânia Lúcia Barros
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Agora que todas as escolas públicas e particulares do país retornaram às aulas, cabe a nós professores, principalmente aqueles de produção textual, língua portuguesa e literatura, iniciar o ano letivo de 2009 orientando nossas estudantes no que se refere às mudanças ortográficas do acordo que unifica a ortografia nos oito países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissal, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste).
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Cabe lembrar mais uma vez que a mudança é ortográfica somente. Continuarão os países pronunciando como já o fazem.
Até antes deste acordo a Língua Portuguesa era a única com dois cânones oficiais ortográficos, o europeu e o brasileiro. Com a unificação o idioma ganhará mais espaços em fóruns internacionais, aproximará as oito nações da CPLP, reduzirá custos de produção e adaptação de livros e facilitará a difusão bibliográfica de novas tecnologias, simplificará algumas regras que ainda causam controvérsias entre os especialistas.
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Principais mudanças estão: na acentuação (acento agudo, acento diferencial e acento circunflexo); some o trema; hífen (palavras compostas); novas letras encorporadas ao alfabeto brasileiro que passa a ter 26 letras (antes eram 23): K, W e Y. No entanto, seu emprego é restrito a apenas alguns casos como já ocorrem atualmente. Veja os principais casos:
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- Nomes próprios de pessoas e seus derivados: Wagner -> Wagneriano, Darwin ->darwinismo, etc.
- Em nomes próprios de lugares originários de outras línguas e seus derivados: Kuwait -> kuwaitiano, Kiev, etc.
- Em símbolos, abreviaturas, siglas e palavras adotadas como unidades de medida internacionais: Km (quilômetro), KLM (companhia aérea), K (potássio), W (Walt), WWW (sigla de word wide web, espressão que é sinônimo para a rede mundial de computadores).
- Em palavras estrangeiras incorporadas à língua: sexy, show, download, megabyte.
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É bom lembrar que uma grande parte das mudanças previstas no acordo ortográfico não mudará o português escrito no Brasil, se referindo diretamente à grafia atual de Portugal. Desaparece a letra H no início de palavras como HERVA e HÚMIDO, que aqui no Brasil já se grafam sem o H e que passarão a ser escritas igualmente em todos os países lusófonos. Igualmente somem o C e o P das palavras em que essas letras não são pronunciadas. Para maiores informações acesse o Portal da Língua Portuguesa.
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E para começar o ano letivo, nunca é demais lembrar que o que falta aos nossos estudantes é LEITURA. A grande dificuldade de implementar uma cultura de leitura no Brasil é o fato de que a grande maioria dos pais, das famílias, não leem (já grafado como prescreve o acordo, ou seja, sem o acento circunflexo na conjugação da terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados). Ou seja, leva tempo para formar cidadãos leitores. Leitores culturais, não somente o leitor que lê para aprender um ofício, ou para entender uma receita de bolo.
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Num país como o Brasil a situação é perigosa, pois sua população ( a grande maioria) saltou um estágio muito importante que é a fase da escrita e da leitura para o Era da imagem da TV, e da internet. Nossa educação foi falha nos séculos que antecedeu o século XX . Chegamos ao fim do século XX e início do século XXI com uma defasagem enorme em termos de educação básica. São gerações e gerações que não aprenderam a ler e escrever, e muitos que tiveram acesso às primeiras letras foram ou são analfabetos funcionais, portanto as novas gerações não respondem tão prontamente aos programas de leitura que ultimamente o governo vem tentando melhorar. Basta olhar para as salas de aula e perceber que por mais que sejam bem formados os mestres e se empenhem no sentido de proporcionar ao aluno mais oportunidades de ler e produzir seus próprios textos críticos, a resposta a esta prática vem sendo desalentadora.
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Portanto, fica o apelo aos responsáveis, seja que grau for que tenham com crianças e adolescentes: leiam mais na frente deles, sejam mais participativos na educação. Educar é um processo de vida, de gerações. Devemos olhar em termos de educação, não de ensino.

29/01/2009

Língua, Leitura e Escrita -Artigo

By Tânia Barros (Parte I)

Como docente e escritora tenho tido oportunidade de conversar com um grande número de alunos e leitores sobre aspectos da linguagem verbal nem sempre bem lembrados no ensino tradicional de níveis fundamental e secundário, no entanto de suma importância para uma melhor compreensão dos fenômenos da linguagem, e sem torná-lo um estudo enfadonho e improdutivo.

Uma aula de língua pode e deve ser muito agradável e enriquecedora. Não é difícil se o paradigma que seguirmos não for aquele antigo de pura memorização, sem análise dos sentidos. O difícil atualmente é conseguir que a audiência escute e tenha uma atitude compatível com qualquer aprendizado que se queira concretizar na vida. Tenho que fazer este adendo, o que é lamentável, mas não vejo razão para separar este aspecto negativo dos nossos estudantes do resultado de suas manifestações verbais escritas e orais, e de apreensão de textos um pouco mais elaborados cognitivamente.

Mas o objetivo central aqui é comentar aspectos interessantes da linguagem que deveriam estar bem presentes no cotidiano da escola, em busca de uma lida prazerosa com a leitura, com a literatura e com a escrita.

(continua no próxomo post) By Tânia Barros